O governo russo estendeu até 30 de setembro de 2026 a proibição de exportar diesel. A medida também alcança combustível marítimo e gasóleos enviados por produtores do país e, segundo o comunicado citado pela Reuters, busca estabilizar o mercado doméstico de combustíveis.
A restrição havia sido adotada em julho e já fora prorrogada até o fim de agosto. A Rússia também mantém impedimentos mais longos para exportações de gasolina, combustível de aviação e diesel comercializado por empresas que não produzem o derivado.
A decisão ganha dimensão internacional porque a Rússia costuma ocupar a segunda posição entre os maiores exportadores de diesel, atrás dos Estados Unidos. A oferta russa já vinha diminuindo em meio à escassez interna e à paralisação de refinarias após ataques de drones ucranianos.
Pontos principais
- A proibição russa para produtores foi prorrogada até 30 de setembro de 2026
- A restrição inclui diesel, combustível marítimo e gasóleos
- O impacto potencial no Brasil ocorre pelas cotações internacionais e pelo custo de importação de derivados
