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Maior fluxo saudita derruba petróleo, mas diesel segue sob pressão internacional

Brent fechou a US$ 99,25 com a retomada do oleoduto Leste-Oeste e aumento das remessas pelo Estreito de Ormuz; a melhora é um alívio potencial para o Brasil, mas não encerra a escassez de derivados.

Por ACIB NotíciasPublicado em 23 de setembro de 20262 min de leitura
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Imagem ilustrativa de combustível usada em reportagem sobre petróleo e diesel
Imagem temática do acervo editorial da ACIB.

O petróleo Brent para novembro encerrou terça-feira (22) a US$ 99,25 por barril, queda de US$ 1,09, ou 1,09%, segundo a Reuters. O movimento acompanhou o aumento do fluxo de petróleo saudita, após a retomada do oleoduto Leste-Oeste e a ampliação dos embarques pelo Estreito de Ormuz.

Dados citados pela agência indicaram média aproximada de 2,9 milhões de barris por dia de petróleo saudita passando por Ormuz nos seis dias anteriores, ante cerca de 700 mil barris diários em agosto. A Arábia Saudita também retomou o oleoduto que leva petróleo ao porto de Yanbu, alternativa que havia sido interrompida por ataques de drones em 13 de setembro.

A melhora do fluxo de petróleo bruto reduz parte do prêmio de risco, mas não significa normalização. A Reuters informou que os preços do diesel atingiram máximas recordes na Europa e nos Estados Unidos, em meio à redução das exportações de grandes produtores. Para o Brasil, portanto, o recuo do Brent pode aliviar a referência do petróleo, enquanto a oferta apertada de derivados continua sendo um risco para o diesel importado.

Pontos principais

  • O Brent fechou em US$ 99,25 por barril em 22 de setembro, queda de 1,09%
  • A Arábia Saudita retomou o oleoduto Leste-Oeste e ampliou embarques por Ormuz
  • A oferta de diesel permanece apertada, portanto o alívio do petróleo bruto pode não chegar rapidamente ao frete rodoviário brasileiro
Fonte consultadaReuters22/09/2026
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