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ACIB Notícias/Infraestrutura · Contratos rodoviários

ANTT amplia divisão de riscos em contratos de longo prazo

A Agência informou que os contratos mais recentes passaram a distribuir riscos de demanda, câmbio, insumos e condições geológicas entre poder público e concessionárias para dar previsibilidade às obras.

Por ACIB NotíciasPublicado em 2 de setembro de 20262 min de leitura
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Caminhão de carga em rodovia brasileira ao pôr do sol
Imagem ilustrativa · ACIB Notícias

A ANTT apresentou em 2 de setembro as medidas adotadas para tornar as concessões rodoviárias mais previsíveis. Segundo o diretor-geral Guilherme Theo Sampaio, a modelagem deixou de transferir todos os riscos ao setor privado e passou a estabelecer uma matriz que separa riscos ordinários, extraordinários e residuais.

Os contratos atuais podem tratar expressamente de variação de demanda, câmbio, preços de insumos e condições geológicas ou geotécnicas. A Agência relaciona essa divisão à capacidade de atrair capital e preservar o equilíbrio econômico-financeiro necessário à execução de obras, operação e compromissos ambientais.

A apresentação ocorreu no evento Infra em Movimento, promovido pelo Itaú, e descreve uma orientação regulatória, não um novo reajuste ou cronograma específico. Os efeitos concretos dependem das cláusulas e da execução de cada concessão ao longo de contratos que normalmente duram 25 ou 30 anos.

Pontos principais

  • A matriz contratual passou a distinguir riscos ordinários, extraordinários e residuais
  • Demanda, câmbio, insumos e condições do terreno podem ter tratamento específico
  • A medida busca previsibilidade, mas não cria reajuste ou obra imediata por si só
Fonte consultadaAgência Nacional de Transportes TerrestresPublicada em 02/09/2026 às 16h11 e atualizada às 16h21
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